A arbitragem da semifinal da Copa do Brasil entre Palmeiras e Vasco continua provocando repercussão nos bastidores do futebol brasileiro. Mesmo após a vitória palmeirense por 1 a 0, em partida disputada no estádio do clube paulista, uma das principais reclamações da equipe carioca ganhou novos desdobramentos nesta segunda-feira (2), após uma decisão da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A entidade optou por não divulgar os áudios e as conversas entre a equipe de arbitragem de campo e os profissionais responsáveis pelo VAR sobre um possível pênalti a favor do Vasco. O lance aconteceu durante o segundo tempo, quando o zagueiro Barboza, do Palmeiras, tocou a bola com a mão dentro da área.
Apesar da jogada, o árbitro Anderson Daronco não assinalou a penalidade durante a partida. A equipe do árbitro de vídeo também não recomendou uma revisão do lance, decisão que gerou questionamentos por parte dos vascaínos.
A ausência de divulgação das comunicações da arbitragem impede que o público tenha acesso aos argumentos utilizados pela equipe responsável pelo VAR para avaliar a jogada e manter a decisão tomada em campo.
O episódio amplia a polêmica em torno da arbitragem do confronto, que já havia sido marcado por reclamações relacionadas a outros lances, incluindo a falta que antecedeu a expulsão de um jogador do Vasco.
Com o resultado favorável ao Palmeiras, a discussão sobre as decisões da arbitragem permanece em evidência, especialmente pela importância do confronto na disputa por uma vaga na final da Copa do Brasil.


